seja bem-vindo. Hoje é

Página Inicial

Agenda da Igreja

Como Chegar

Cristianismo e o Mundo Contemporâneo

Departamentos

Fale Conosco

Ficha Cadastral

Nossa História

Nossos Missionários

Nossos Pastores

O Boletim Semanal

Os Batistas

Junta de Missões Mundial

Junta de Missões Nacional

Aliança Batista Mundial

Saiba mais sobre a Igreja perseguida.

Jovens Transformando Nações.

Veja o Culto Online.

Veja Fotos de nossas programações.

Nosso Proposito maior é Ser Uma Igreja Missionária.

Leia a Bíblia Online.

Os Princípios Batistas Básicos

               

Preparação: Pr.Valdemir Alves da Silva

1-O PRINCÍPIO DO SENHORIO ABSOLUTO DE JESUS CRISTO.

        Este é o princípio integrador dos demais. Todos os outros dependem deste. O povo denominado batista surgiu como produto de todo o anseio de se colocar como básico este princípio neotestamentário e todo o futuro desse povo depende da fidelidade ao mesmo.

2- O PRINCÍPIO DA AUTORIDADE FINAL DAS SAGRADAS ESCRITURAS.

        Há três bases sobre as quais se estabelecem todos os comportamentos eclesiásticos da HISTÓRIA do Cristianismo. São elas: A tradição, as Escrituras e a Conveniência. Conquanto os batistas reconheçam o papel importante que cada uma dessas bases desempenhou e desempenha, as Igrejas Batistas insistem em considerar a BÍBLIA, as ESCRITURAS DO ANTIGO e NOVO TESTAMENTO como a palavra final em termos de doutrinas e práticas, especialmente o NOVO TESTAMENTO que por ser o relato da vida, do exemplo, dos ensinos, da morte propiciatória e da ressurreição de JESUS CRISTO ao mesmo tempo que é um produto, é também a fonte primária do conhecimento da RELIGIÃO CRISTÃ. Há uma relação constante entre o princípio do Senhorio de JESUS com a autoridade das Escrituras, porque toda a autoridade da BÍBLIA se origina do SENHOR DA PALAVRA, isto é, a Palavra escrita recebe a sua vitalidade da PALAVRA VIVA, o VERBO DE DEUS que se fez Ser Humano. Esta distinção é fundamental para não se fazer da BÍBLIA um ídolo. Nós fomos levados a crer em JESUS CRISTO, pelo que DELE está escrito na BÍBLIA., mas depois passamos a crer nela, na BÍBLIA, porque passamos a crer em JESUS CRISTO. O crer na BÍBLIA sem se crer em JESUS CRISTO como ELE é (Deus que se fez gente, Salvador e Senhor único), produz a heresia, mas não há como se crer NELE da maneira que se deve crer sem aceitar a BÍBLIA como verdadeiramente inspirada pelo ESPÍRITO SANTO DE DEUS, isto é, como o registro escrito através dos séculos da PALAVRA DE DEUS acerca da nossa salvação e santificação, feito por seres humanos sob inspiração do ESPÍRITO SANTO. Por outro lado, porém, de nada adianta aceitar que a BÍBLIA é a PALAVRA DE DEUS e assim o que ela diz sobre JESUS CRISTO mas não fazer DELE o Senhor absoluto da nossa vida.

3-O PRINCÍPIO DA MEMBRESIA REGENERADA.

        Os batistas não conseguem compreender a IGREJA no sentido universal da palavra e nem a Igreja no seu sentido local, sem o relacionamento profundo que existe entre a IGREJA e a necessidade de uma membresia regenerada. A prática do batismo somente dos que declaram crer em JESUS CRISTO, em sua obra redentora na cruz e que por isso pedem para ser batizados e a prática da Ceia do Senhor compartilhada somente com os que se tornam membros de uma Igreja, isto é, foram batizados, por terem declarado sua Fé em JESUS como SENHOR e SALVADOR ÚNICO, fé esta que os FEZ NASCER DE NOVO, explicam a luta dos batistas por uma membresia regenerada. A regeneração é sempre obra do ESPÍRITO SANTO. Como extensão do batismo do ou com o Espírito Santo que ocorreu no dia de Pentecostes que então passou a ser a marca de quem se converte, a regeneração acontece no momento no qual se recebe o Senhorio de Jesus Cristo como Salvador único e suficiente separando o crente para Deus (santificação).Essa regeneração, obra do ESPÍRITO SANTO que então habita na pessoa regenerada, vai se manifestando ao logo da vida de tal pessoa que, por estar regenerada, vai fazendo “crescer a sua santificação”, vai “operando, com temor e tremor a sua salvação”, procurando alcançar a “estatura do varão perfeito”. A luz dessa convicção é que para os batistas nem o batismo e nem a Ceia do Senhor são elementos regeneradores ou santificadores. São símbolos só que não “meros símbolos”, pois são símbolos dinâmicos que comunicam uma verdade exigindo uma resposta. Não são sacramentos pois o pão e o cálice e nem o cerimonial no qual são usados são meios de Graça, mas são ordenanças, isto é, são determinações deixadas pelo SENHOR JESUS para serem cumpridas e repetidas. O Batismo simboliza então a regeneração porque simboliza a recepção do ESPÍRITO SANTO pelo crente, implicando isso na sua purificação pessoal do pecado, fatos que aconteceram no momento da sua conversão. É dessa forma que o batismo simboliza também a união mística do crente com CRISTO em sua morte, sepultamento e ressurreição. Esses foram os atos, a saber, morte, sepultamento e ressurreição do SENHOR JESUS que tornaram a salvação oferecida por DEUS em seu amor, eficazes. A Ceia do Senhor simboliza o fato de que na pessoa regenerada há o crescimento contínuo da santificação. A Ceia do Senhor é o símbolo dos atos redentores que se constituem no coração do Evangelho pois proclama a morte e a Ressurreição do senhor só que através de elementos materiais (o pão e o cálice). O participar da Ceia do Senhor é sempre uma chamada à adoração verdadeira lembrando ao comungante do amor que deve ter ao SENHOR JESUS pelo que foi feito na cruz, que inevitavelmente se manifesta no amor desse comungante aos demais irmãos por causa do conceito de família que ela,a Ceia, traz em sua celebração. Ela é um incentivo à constante retomada de compromissos, de renovação da pessoa regenerada com o SENHOR que a regenerou para a santificação.

4- O PRINCÍPIO DA ORDEM DEMOCRÁTICA E AUTONOMIA DA IGREJA LOCAL.

        Uma Congregação Batista local deve ser uma democracia pura. Cada congregação Batista se autogoverna e não tem o direito de interferir nas práticas de outra congregação batista. Esse auto-governo pressupõe a prática de uma verdadeira democracia de modo ser a Igreja local um exemplo em termos de igualdade social, lutando por essa igualdade o que se significa se opor a todo sistema de casta e de classes. Thomas Jefferson, o principal autor da Constituição dos Estados Unidos foi um admirador inconteste dos batistas considerando as Congregações batistas como “perfeito exemplo de democracia”. O cristão, a cristã é aquele ou aquela que, regenerado pela GRAÇA DE DEUS por meio da FÉ EM JESUS CRISTO, de uma vez e para sempre, tem o livro acesso a DEUS por meio do único sumo-sacerdote, o SENHOR JESUS. Por causa do que o SENHOR JESUS CRISTO fez na cruz tornando-se nosso mediador, toda a alma é competente, mediante a ação do ESPÍRITO SANTO, para se achegar a DEUS sem o auxílio de nada ou ninguém mais. O fato de se chamar às vezes os pastores de “sacerdotes do púlpito” e a congregação de “sacerdotes dos bancos” não implica, de forma alguma, em se dizer que as intercessões dos pastores sejam mais poderosas ou mais abençoadas do que a de qualquer um membro da congregação. Todos são sacerdotes. Não há uma terminologia oficial batista que se possa dar ao pastor. Dentro da liberdade batista o que se tem pelo mundo é uma inteira liberdade quanto a isso. Há países nos quais os pastores batistas são apenas chamados de “pastor”. Na Coréia do Sul o pastor de uma Igreja batista é normalmente conhecido como “presbítero”. Nas Uniões Batistas da Geórgia, Letônia e Lituânia, os presidentes dessas uniões que são eleitos anualmente, recebem o título de “bispos” não por serem pastores acima de outros pastores mas porque, como presidentes dessas convenções, eles estão exercendo a função pastoral de administradores e já que a palavra bispo quer dizer “administrador”, então usam o título. Assim que deixam de ser presidentes dessas Uniões não são mais chamados de bispos. Há denominações batistas onde o pastor é tratado pelos membros da Igreja apenas como “irmão fulano”. Se lermos as Atas da primeira Convenção Batista Brasileira, a de 1907, perceberemos que todos os pastores, na ata, são chamados tão somente de “irmãos”.Nenhum deles era chamado de pastor. Já na segunda Convenção, em 1908, os pastores são chamados de “irmão pastor”, o missionário americano que estava no Chile em nome dos batistas brasileiros é chamado de reverendo e o pastor presbiteriano e o pastor episcopal que estavam presentes na reunião de abertura foram chamados de reverendos. Nos Estados Unidos normalmente se dá ao pastor batista o título de Doutor e reverendo. Na Inglaterra e na África de fala inglesa é comum, entre os batistas, chamar-se o pastor de reverendo. Este título é dado, quando é dado, por reconhecimento de funções, como o título de “doutor” é dado a um médico mas no caso do pastor o título se refere a sua função e não a sua pessoa. Também não se tem uma uniformidade em relação aos trajes pastorais. Há o terno e gravata, há o colarinho eclesiásticos,há a toga, há camisolões bordados conforme a região. Por uma roupagem diferente o ministro fala de uma tarefa especial que, de repente, está sendo feita, assim como o médico usa o seu jaleco branco quando está clinicando ou o professor o seu, quando está lecionando, mas de forma alguma a roupagem do ministro batista , seja ela qual for, deve passar a idéia de que ele é um clérigo e como tal parte de um grupo elitista , superior a outros segmentos da sua comunidade eclesial, pois ele é sempre uma espécie de funcionário chamado por DEUS, nomeado por uma congregação para servir a DEUS que o chamou, servindo a essa congregação.

5- O PRINCÍPIO DO CULTO VERDADEIRO COMO FUNÇÃO PRIMEIRA DA IGREJA E DA PRÁTICA DE MISSÕES COMO SUA TAREFA PRINCIPAL.

        Os batistas ensinam e confessam que O CULTO A DEUS só é autêntico, verdadeiro quando é um CULTO CRISTOCÊNTRICO porque em CRISTO JESUS temos a figura visível da TRINDADE. O NOME DE JESUS é o que permite que DEUS COMO PAI, DEUS COMO UM FILHO E DEUS O ESPÍRITO SANTO seja cultuado sem prejuízo a qualquer uma dessas pessoas da TRINDADE. Entendemos e que a IGREJA DE DEUS por meio de suas congregações locais, tem como sua função primária a promoção e a manutenção desse culto cuja liturgia pode se adaptar as realidades das culturas e épocas diferentes. Crêem os batistas que a IGREJA DE CRISTO por meio de suas congregações locais devem ter a obra missionária, tanto a que se relaciona com a pregação do Evangelho aos vizinhos como a que se relaciona com a pregação desse Evangelho até "os confins da terra", como sua obra prioritária. Entendem os batistas como “ pregação do Evangelho o anunciar as Boas Novas de Salvação que está em JESUS CRISTO somente, mas também como a prática dessas Boas Novas. Esta prática significa o socorro aos necessitados não só espiritual mas fisicamente falando, isto é, a fraternidade, que é o socorro entre aos irmãos de fé e a misericórdia (ou caridade) que é o socorro a todos.

6- O PRINCÍPIO DA LIBERDADE RELIGIOSA OU DE CULTOS.

        A defesa da liberdade religiosa é “a psique batista”. Mesmo os historiadores não batistas reconhecem que a defesa dos batistas em favor da liberdade de cultos é a maior contribuição dos mesmos para o chamado PROTESTANTISMO. Este princípio tem a ver com a profunda convicção batista de que todo ser humano é pessoalmente responsável perante DEUS. Por ter sido criado à imagem e semelhança de DEUS, o ser humano tem imanente em si o princípio da liberdade. Os batistas se opõem a “tolerância religiosa” porque por melhor que ela seja ela não é a “liberdade de culto”, ou seja, ela não significa que se possa escolher a religião que desejar e, livremente, congregar-se com os que seguem a essa mesma religião e dela livremente fazer propaganda. É óbvio que essa liberdade de cultos não significa dizer que um culto que pregue a violência, o desregramento moral, a instabilidade nacional deva ter liberdade para existir .

7- O PRINCÍPIO DA SEPARAÇÃO ENTRE IGREJA E O ESTADO.

        Os batistas entendem que todo Estado legitimamente constituído deve ser defendido, obedecido e mantido por seus cidadãos. A obediência ao Estado, porém, não tem de ser absoluta, pois sempre que o mesmo venha a emitir ou aprovar leis que interfiram no direito de se viver condignamente, que tentem impedir as pessoas de opinarem sobre o que acham certo ou errado e interfiram no direito sagrado de seguir um culto (ou a nenhum) conforme os ditames da consciência, ele tem de ser desobedecido. Cabe aos cristãos como indivíduos ou mesmo como organizações chamar a atenção das autoridades quando, em suas práticas, elas cometerem atos que sejam contrários ao espírito do Evangelho, mas issonão significa que tais autoridades tenham de seguir essa ou aquela confissão religiosa que passe a ter o direito de interferir nos assuntos pertinentes ao Estado. Da mesma forma não cabe ao Estado interferir nos assuntos religiosos, salvo quando as práticas religiosas de algum grupo estejam interferindo nos princípios dos direitos humanos. Não está correto o Estado manter com os seus cofres uma religião, seja ela qual for ou promulgar leis que beneficiem a um segmento religioso em detrimento do outro.

Voltar

 

 

 

 

IGREJA BATISTA DO PARQUE SÃO BASÍLIO
Rua Aricuri n° 1716 - Cep. 23.081-332 -  Campo Grande - Rio de Janeiro - RJ - Brasil - Tel: (21) 2415-4177